terça-feira, 17 de julho de 2012

Módulo Intermediário - Aula 12 - Cartões de Memória

Câmeras, lentes, flashes, tripés, todos estes equipamentos são essenciais na bolsa de qualquer fotógrafo. Mas espere, não estamos esquecendo de algo? É isso mesmo, os cartões de memória!


O antigo filme fotógrafico evoluiu e se dividiu em duas partes na era digital. O sensor, da qual já falamos nas aulas anteriores, e o cartão de memória. O cartão de memória é responsável por armazenar as imagens feitas com nossa câmera fotográfica.

Baseados na tecnologia de memória flash, estes cartões podem ser gravados e regravados muitas vezes, sem necessitar de eletricidade para armazenar e manter os dados.

Atualmente existem vários tipos de cartões de memória, com diferentes tamanhos, capacidades de armazenamento e velocidades de transferência. As especificações de alguns deles é muito longa, por isso, nesta aula vou me deter apenas nas características principais dos cartões mais atuais, aqueles que são usados atualmente ou foram usados até a pouco tempo.

Vamos conhecê-los!


MS (Memory Stick)


O MS é um cartão de memória exclusivo para câmeras digitais da Sony. Suas primeiras versões possuiam apenas 4 e 8 Megabytes. Depois surgiram novas com 16, 32, 64, 128 e 256 Megabytes. Posteriormente foi lançado o Memory Stick PRO Duo, um cartão mais compacto que seu antecessor. Com ele, foram criadas as novas versões de maiores capacidades com 256MB, 512MB, 1GB, 2GB, 4GB, 8GB e 16GB.

O Memory Stick PRO Duo possui velocidade de leitura e gravação de 15 MB/s. Com capacidade cada vez maior, hoje em dia já é possível encontrar Memory Sticks da nova série PRO-HG Duo de até 32GB, com velocidade de leitura e gravação de 30 MB/s.


xD-Picture Card (Extreme Digital)
O cartão xD-Picture Card foi desenvolvido originalmente pela Olympus e a Fujifilm, em parceria com a Toshiba e a Samsung. Porém, é possível encontrar estes cartões com outras marcas, como Kodak, SanDisk e Lexar. Os cartões xD são utilizados em algumas câmeras digitais da Olympus e da Fujifilm. As suas primeiras versões surgiram com as capacidades de 16, 32, 64, 128, 256 e 512 Megabytes.

Posteriormente foi criado o cartão xD Type M, com capacidades de 256MB a 2GB. A desvantagem do Type M é a baixa velocidade de transferência, tornando-o lento. Para contornar esta desvantagem, foi criado o cartão xD Type H, com velocidade teórica 3 vezes superior ao Type M. Os Type H possuem a mesma capacidade dos Type M, de 256MB a 2GB. A sua velocidade de leitura é 5 MB/s, e de gravação 4 MB/s.

Com o passar do tempo, por uma série de motivos, o cartão xD perdeu muito terreno para o SD, caindo praticamente em desuso.


SD Card (Secure Digital)


O cartão SD é a evolução do antigo MMC(Multi Media Card), o qual não será descrito nesta aula, por se tratar de um padrão obsoleto para os tempos atuais. Em relação ao MMC, no novo padrão SD foram adicionadas novas capacidades de criptografia e gestão de direitos autorais, além de uma trava de segurança que impede a alteração ou exclusão de dados por acidente ou sem autorização. Daí proveio o "Secure Digital", por ser uma mídia digital mais segura.


O cartão SD foi lançado oficialmente em 2000, com o fruto de uma parceria entre SanDisk, Panasonic e Toshiba. Com o tempo, se tornou o cartão de melhor custo-benefício do mercado, continuando a crescer até os dias de hoje. Graças a sua portabilidade e popularidade, desbancou o seu concorrente CF(Compact Flash) e ganhou espaço tanto no mercado digital doméstico quanto no profissional.

Grandes marcas como Nikon, Canon e Kodak, que no passado utilizavam exclusivamente o padrão CF, passaram a usar o padrão SD em grande parte de suas câmeras digitas de uso amador e profissional, deixando o padrão CF exclusivamente para suas câmeras profissionais top de linha.

Quando pensamos em cartão de memória, automaticamente, a primeira coisa que nos vem a cabeça é um cartão SD. É como pensar em lâmina de barbear e lembrar de Gillette, em água sanitária e lembrar de Qboa, ou em achocolatado e lembrar de Nescau, é uma associação automática.

O cartão SD já está presente em nossas vidas por todos os lugares. Em câmeras digitais, filmadoras, gravadores digitais, MP4 players, celulares, tablets, computadores, notebooks, televisores, aparelhos de som, Blu-Ray e DVD players, enfim, em todos os eletrônicos que necessitam memória que pudermos imaginar, muito provavelmente lá vai estar um slot de entrada para cartão SD. A maioria dos adaptadores USB também são criados principalmente para o padrão SD.


Os primeiros cartões SD lançados dispunham de modestas capacidades de 16, 32 e 64 Megabytes. Depois foram lançados novos cartões com capacidades superiores de 128MB, 256MB, 512MB, 1GB e 2GB.

Alguns anos depois, em 2006, o novo padrão SDHC(Secure Digital High Capacity) foi lançado, garantindo capacidades de armazenamento ainda mais elevadas.


Com o lançamento do padrão SDHC, surgiram os novos cartões com capacidades de 4, 8, 16 e 32 Gigabytes. Mas a evolução não parou por aí. Conforme tecnologias superiores vão surgindo, o tamanho dos arquivos gerados por estas novas tecnologias também vão ficando equivalentemente superiores. Para conseguir ainda mais capacidade de armazenamento, a não muito tempo atrás foi lançado o novo padrão SDXC(Secure Digital Extended Capacity).


O novo padrão SDXC tem uma capacidade de armazenamento máxima teórica de 2 Terabytes, no entanto, no mercado atual só conseguimos encontrar estes novos cartões nas capacidades de 64 e 128 Gigabytes. A tecnologia evolui muito rápido, então provavelmente em não muito tempo, já estaremos vendo nas lojas as possíveis novas capacidades de 256GB, 512GB, 1TB e 2TB.

Vale lembrar que os cartões com o novo padrão SDXC só são compatíveis as câmeras digitais e eletrônicos mais novos, produzidos de 2010 diante. Assim como antigamente, uma câmera que só reconhecia o padrão SD não reconhecia um cartão SDHC, igualmente, uma câmera que só reconhece o padrão SDHC, não vai reconhecer um cartão SDXC. Sabendo disso, antes de pensar em comprar um desses, certifique-se que a sua câmera é compatível com o padrão SDXC, procurando por esta informação no manual de instruções da mesma.

Além da capacidade de armazenamento, outro ponto importante importante a ser avaliado em um cartão SD, é a sua classe. Ela é sempre par e vai de 2 a 10, pulando o 8. Ou seja, pode ser 2, 4, 6, ou 10. Quanto maior, melhor.

Para saber qual é a classe de um cartão, procure o numerozinho que está dentro do que parece um semicírculo, que na verdade é a letra C, de Classe.


Você agora provavelmente deve estar se perguntando "mas qual é a importância do número da classe?". Respondendo, o número da classe representa o desempenho mínimo da velocidade de leitura e gravação, medidas em MB/s(Megabytes por segundo), que o cartão consegue desempenhar.

Isso quer dizer que a taxa de transferência mínima de um cartão classe 2 é 2 MB/s, de um classe 4, 4 MB/s, classe 6, 6 MB/s e classe 10, 10 MB/s. Nas melhores condições de funcionamento, o desempenho varia, podendo a velocidade ficar ainda maior, mas nunca menor que o desempenho mínimo da respectiva classe.

Em alguns cartões, mais voltados para o uso profissional, além da classe, que indica o desempenho mínimo do cartão, também existe um indicador da velocidade conseguida em seu desempenho máximo.
Esta indicação de desempenho máximo pode estar em MB/s, como no exemplo acima, ou em Velocidade "x".


No exemplo acima, temos um cartão com desempenho máximo indicado em 133x. Mas 133x o que? 133 vezes mais rápido que o normal? 133 MB/s? Bom se fosse, mas não é bem assim. Esta multiplicação se refere a um padrão de velocidade de leitura em um drive de CD-ROM, que corresponde a 150 KB/s.

Para converter a Velocidade "x" do cartão em MB/s, devemos pegar este valor, 133 no caso do exemplo acima, e mutiplicá-lo por 150. Temos então 133 x 150 = 19.950. Esta é a velocidade que temos em KB/s. Como sabemos que 1 MB tem aproximadamente 1.000 KB, dividimos então o resultado por 1.000. No caso, 19.950 / 1.000 = 19,95. Arredondando, 20.

Com esse cálculo, conseguimos descobrir que 133x corresponde a aproximadamente 20 MB/s. Sabendo disso, podemos concluir que ambos os exemplos de cartões acima, tanto o da Lexar quanto o da PNY, possuem praticamente o mesmo desempenho máximo, mesmo com suas velocidades indicadas de maneira diferente.

Agora você deve estar pensando:
"Certo, já entendemos tudo sobre o funcionamento das velocidades de leitura e gravação, sobre o desempenho mínimo e máximo que um cartão pode atingir e sobre as classes. Mas e na prática, pra que servem estes números na minha câmera?"

Eu diria que isto vai depender das suas necessidades. É sempre válido querer investir no melhor, ou seja, nos cartões com as maiores classes e as maiores velocidades, mas não quer dizer que isso seja necessário.

Por exemplo, para quem fotografa apenas por hobby com uma câmera compacta comum, será que vale a pena investir em um SDXC 128GB Classe 10 de Velocidade 133x? Provavelmente seria um desperdício de dinheiro, visando que o aproveitamento de recursos deste baita cartão em uma câmera tão simples seria mínimo.

Cada classe de cartão tem a sua utilidade. Quanto maiores forem as suas exigências e necessidades, maior precisa ser a classe e a velocidade do cartão. Vamos ver quais são elas, para conseguir escolher melhor o cartão sem desperdiçar dinheiro e recursos.

Classe 2: Fotos em JPG com até 8 Megapixels e Vídeos QVGA (320 x 240)
Classe 4: Fotos em JPG com até 12 Megapixels e Vídeos VGA (640 x 480)
Classe 6: Fotos em JPG com até 16 Megapixels e Vídeos HD (1280 x 720)
Classe 10: Fotos em RAW e/ou em sequência com 16 Megapixels ou mais e Vídeos Full HD (1920 x 1080)

Para aqueles super exigentes que necessitam o melhor dos melhores, foi criado um segundo tipo de classe, a UHS(Ultra-High Speed). Esta pode ser encontrada apenas nos cartões SD top de linha da atualidade. Não confunda com a outra classe mencionanda anteriormente, esta é uma definição diferente.

Podemos dizer que existe a Classe "C", aquela que vai de 2 a 10, e a Classe "U", que atualmente existe apenas a 1. Mesmo sendo definições diferentes, todos os cartões UHS tem Classe "C" 10. A Classe "U" 1 tem potencial teórico para velocidade de leitura e gravação de até 104 MB/s. Com isso, já dá pra ter uma noção do potencial do "bichinho", não é?

Mesmo com toda esta velocidade, os desenvolvedores da classe UHS ainda não se deram por satisfeitos. Eles pretendem ir ainda além e criar num futuro próximo a Classe "U" 2, que tem potencial teórico para velocidade de leitura e gravação de até 312 MB/s.

Para saber qual é a Classe "U" de um cartão, procure o numerozinho que está dentro da letra U, de UHS.


Novamente, vale lembrar que por se tratar de uma tecnologia nova, antes de pensar em adquirir um destes, é importante conferir se a sua câmera é compatível com a Classe UHS, procurando por esta informação no manual de instruções da mesma. Também é importante ter certeza que tamanhas velocidades de leitura e gravação que cartões desta classe oferecem, vão ser realmente aproveitados.

Cartões da Classe UHS são indispensáveis somente a aqueles que pretendem fazer longas sequências de fotos de alta qualidade no formato RAW ou vídeos extensos em Full HD na qualidade máxima. Se o seu objetivo não for um dos mencionados acima, não perca horrores de dinheiro comprando um acessório desnecessário como este.

Ainda dentro da linha SD, foram criadas outras duas versões mais compactas, primeiro o Mini SD e posteriormente o Micro SD.

 

O cartão Mini SD teve seu tamanho reduzido em 37%, em relação ao SD padrão. Foi criado com capacidades entre 16MB e 4GB. No passado, foi bastante utilizado em celulares, mas com o surgimento do Micro SD, acabou perdendo popularidade rapidamente, caindo em desuso. Existe um adaptador que permite transformar o Mini SD em SD padrão.


O Micro SD ficou ainda menor em relação ao Mini SD. Esta nova diminuição em seu tamanho, provavelmente foi um dos fatores que mais influenciaram em seu rápido ganho de popularidade.


Inicialmente foi utilizado apenas em celulares, substituindo o Mini SD, mas posteriormente, passou a ser amplamente usado em outros aparelhos, como tablets, computadores de mão, navegadores GPS e outros dispositivos portáteis. Algumas poucas câmeras digitais compactas também aderiram ao formato.

O Micro SD foi lançado nas capacidades de 32MB, 64MB e 128MB. Posteriormente ganhou novas versões com 256MB, 512MB, 1GB, 2GB, 4GB, 8GB, 16GB, 32GB e 64GB. A classe e a velocidade de leitura e gravação funcionam da mesma maneira que no cartão SD padrão.

Assim como o SD padrão, o Micro SD também possui suas versões mais modernas, Micro SDHC e Micro SDXC.

Existe também um adaptador que permite transformar o Micro SD em SD padrão.


Uma variação interessante do cartão SD padrão que vale a pena mencionar é o Eye-Fi.


O Eye-Fi é um cartão SD como qualquer outro, porém com uma característica bem peculiar. Com ele, é possível transmitir as imagens feitas com uma câmera em tempo real via Wi-Fi, para um computador ou outro dispositivo móvel conectado a internet, como um celular ou tablet.

Se o computador ou dispositivo em questão possuir uma boa capacidade de armazenamento, isto significa praticamente ter liberdade para fotografar e fazer vídeos ilimitadamente, sem ter que ficar se preocupando em encher o cartão de memória.

É possível enviar os arquivos através de uma rede local ou pela internet, e também, existe a possibilidade de configurar e memorizar até 32 redes Wi-Fi diferentes no cartão. Além disso, os Eye-Fi da linha Geo possuem o recurso Geotagging, o qual adiciona automaticamente informações geográficas ao Exif da foto.

Com a linha Mobile, também é possível transmitir fotos e vídeos diretamente da câmera para um dispositivo com Android ou iOS, como iPhone, iPad e iPod Touch, sem necessidade de conexão a internet. Além de todos estes recursos, o Eye-Fi ainda tem memória interna, assim como todo cartão SD normal. Quer melhor que isso?


CF (Compact Flash)


No passado, o cartão CF tinha a popularidade e aceitação geral que hoje tem o SD. Criado pela SanDisk em 1994, foi o formato mais usado nas câmeras digitais até o fim da década de 90. Com o surgimento do SD, ao que parecia, assim como aconteceu com outros padrões mais obsoletos, seu final estava decretado. Mas isto não aconteceu totalmente.

É verdade que o CF perdeu muito terreno para o SD na linha de câmeras de uso desde amador a profissional, mas mesmo nos tempos de hoje, ainda podemos encontrar pelo menos uma entrada CF nas câmeras profissionais top de linha mais atuais de grandes marcas.

Apesar de ter um tamanho significativamente maior que as outras mídias concorrentes, o CF continua firme e forte no mercado profissional. Maior robustez, grande resistência a perda de dados em condições ruins e velocidade superior. Estes provavelmente são os principais motivos que levam os profissionas mais exigentes preferirem o CF.

Assim como no SD, as especificações de velocidade de leitura e gravação do CF podem estar em MB/s ou em Velocidade "x", a qual já vimos como converter em MB/s. Para se ter uma noção da velocidade surpreendente, atualmente já podemos encontrar à venda um CF profissional com velocidade de 1000x.


Lembra como se faz o cálculo de velocidade? Fazemos 1.000 x 150 / 1.000 = 150 MB/s. Isso mesmo, são 150 Megabytes por segundo, uma velocidade simplesmente fora de sério. Além da velocidade surpreendente, a capacidade de armazenamento também não fica para trás. Já podemos encontrar à venda, cartões CF de até 256GB. Cartões com esta velocidade e capacidade, tem como principal propósito a utilização profissional em Vídeos Full HD, 3D ou não, de altíssima qualidade.

Assim como o padrão SDXC, a nova geração de cartões CF também tem uma capacidade teórica de armazenamento máximo definida em 2TB. Há rumores dizendo que depois da última revisão no sistema do CF, a capacidade teórica de armazenamento máximo foi redefinida para, pasmem, 128 Petabytes!

Cada Petabyte equivale a pouco mais de 1.000 Terabytes ou 1.000.000 de Gigabytes. Nos tempos atuais, podemos pensar que isso é um exagero. Eu mesmo diria que em um único cartão dessa capacidada exorbitante, daria tranquilamente pra guardar todos os arquivos que eu já utilizei em minha vida toda no computador, e ainda assim provavelmente sobraria grande parte do espaço.

Mas nem sempre será assim. As coisas mudam. A tecnologia evolui, e muito rapidamente. A 10 anos atrás, 1 Terabyte era coisa de outro mundo. A 20 anos atrás, o mesmo acontecia com 1 Gigabyte. A 30 anos atrás, o mesmo com 10 Megabytes. E assim por diante. Estamos na era digital. A cada década, ou mesmo a cada ano que se passa, a demanda de capacidade de armazenamento só aumenta exponencialmente.


XQD


O cartão mais atual da lista, criado em parceria entre Sony, Nikon e SanDisk. Foram lançados inicialmente apenas nas versões de 16 e 32 Gigabytes. Com seu recente lançamento, a única câmera que atualmente suporta o formato é a nova Nikon D4.


Ainda existem poucas informações a respeito deste cartão, mas ao que parece, tem potencial para ser o futuro sucessor do CF. Em sua versão inicial, da Série H, já foi lançado com a incrível velocidade de leitura e gravação de 125 MB/s, batendo de frente com o CF profissional de 150 MB/s.

Não muito tempo depois, a Sony anunciou os novos XQD da Série S, com 64GB de capacidade de armazenamento e a impressionante velocidade de 168 MB/s, superando até mesmo o CF top de linha!


De acordo com a Sony, o XQD Série S em combinação com a Nikon D4 pode conseguir o alto desempenho de até 108 fotos RAW de máxima resolução em sequência, sem interrupção. Os fotógrafos profissionais de esporte, natureza e outras áreas que envolvem extrema velocidade contínua devem estar saltitando de alegria com a capacidade deste cartão, e com razão.

O XQD também tem potencial teórico para capacidade máxima de armazenamento de 2TB. Num futuro próximo, é esperado que boa partes das DSLR profissionais e filmadoras de alta resolução incorporem o novo formato.

Chegamos ao fim de mais uma aula bem extensa. Como eu disse lá no começo, me detive apenas nos cartões de memória mais utilizados e atuais. Se você tem curiosidade de conhecer mais sobre os que eu não mencionei, procure mais informações sobre eles.

Não foram mencionados os seguintes cartões:

- PCMCIA (PC Card)
- SMC (SmartMedia Card)
- MMC (MultiMedia Card)
- RS-MMC (Reduced Size MultiMedia Card)
- MMCmicro (MultiMedia Micro Card)
- M2 (Memory Stick Micro)
- CF-II (Compact Flash II)
- Microdrive

Até a próxima aula!

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